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“Eu escrevo porque a linguagem me emociona. Tenho prazer em travar minhas lutas em suas sinuosidades, desvelando tudo que é possível desvelar. Desnudando o infinito aqui dentro. Penso que a luta diária que temos é tomar a vida pelos seus cacos, e fazê-los mosaicos. Gosto de ler (em áudio) enquanto pedalo e nesse momento adentro às inimagináveis possibilidades de existência, que acabam me acompanhando por tudo o que eu faço. Posso estar na academia e lembrar de uma cena de Dostoiévski. Na verdade, lembro dele toda vez que passo na frente de uma hospedagem antiga quando estou a caminho da escola do meu filho. No mais, me acompanham diariamente Fernando Pessoa e Rainer Maria Rilke, os amigos que mais sabem de mim. Gosto de fazer amigos. De encontrar pessoas que também estão buscando se encontrar. Creio que podemos ser donos de parte da nossa história, do nosso destino. E essa parte é um universo de incontáveis possibilidades.”  

Fernanda

Fernanda Sucharski Matzenbacher é curitibana, nascida em 23/07/1979. Graduou-se em Direito pela UFPR em 2002 e concluiu seu mestrado em Filosofia e Teoria do Direito pela UFSC em 2004. Seguiu carreira no serviço público federal, como Auditora Fiscal do Trabalho. Casada desde 2013,  é também mãe e madrasta. Publicou em 2018 seu primeiro livro: “O dia em que a morte morreu de confusão”. 

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